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Dueño de la Vida

Rosana Mourão

Dono da Vida

Certo dia, Jesus estava no meio de uma multidão
Quando um homem chamado Jairo se aproximou
E rogando em alta voz ele se prostrou

Sua única filha a quem amava estava enferma quase a morrer
Sem esperança aguardando o pior acontecer e agora o que fazer?
Em meio a agonia aquele homem se enche de fé
E começa a clamar dizendo ao Mestre para em sua casa entrar
Ergue tuas mãos para minha filha curar

Mas uma notícia interrompe a Jairo, dizendo: Tua filha morreu
Não incomodes o Mestre pois ela já pereceu
E no mesmo instante sereno e calmo Jesus lhe respondeu
Não temas, disse o Dono da Vida
Chegando em sua casa decretou, levanta e anda menina

Quando eu entro em cena a morte tem que respeitar
Quando chego no ambiente o morto tem que levantar
Quando ordeno todo mal tem que bater em retirada
Mando e desmando e faço do tudo nada

Quando entro na história tudo volta ao lugar
Ao ouvir a minha voz o morto torna a respirar
Não há nada que impeça quando eu quero agir
Fora de mim não há outro Eu estou presente aqui

Eu falo hoje pra você não é o teu fim não vais morrer
Estou agindo e operando o cenário estou mudando
Hoje os muros vão ruir, hoje as portas vão abrir
As cadeias abalar, sinta a minha glória invadir esse lugar
Sou o Dono da Vida

Me adora que eu dou vitória
Na tua família uma nova história
Tenho surpresa pra tua casa
Tenho mudança, novidade e graça

Dueño de la Vida

Un día, Jesús estaba en medio de una multitud
Cuando un hombre llamado Jairo se acercó
Y rogando en voz alta se postró

Su única hija, a quien amaba, estaba enferma casi moribunda
Sin esperanza, esperando lo peor y ahora, ¿qué hacer?
En medio de la agonía, ese hombre se llena de fe
Y comienza a clamar diciéndole al Maestro que entre a su casa
Levanta tus manos para sanar a mi hija

Pero una noticia interrumpe a Jairo, diciendo: Tu hija ha muerto
No molestes al Maestro, pues ella ya ha perecido
Y en ese mismo instante, sereno y tranquilo, Jesús le respondió
No temas, dijo el Dueño de la Vida
Al llegar a su casa, decretó, levántate y anda, niña

Cuando entro en escena, la muerte tiene que respetar
Cuando llego al lugar, el muerto tiene que levantarse
Cuando ordeno, todo mal tiene que retirarse
Mando y desmando y hago del todo nada

Cuando entro en la historia, todo vuelve a su lugar
Al escuchar mi voz, el muerto vuelve a respirar
No hay nada que impida cuando quiero actuar
Fuera de mí no hay otro, estoy presente aquí

Hoy te digo que no es tu fin, no morirás
Estoy actuando y cambiando el escenario
Hoy los muros caerán, hoy las puertas se abrirán
Las cadenas temblarán, siente mi gloria invadir este lugar
Soy el Dueño de la Vida

Adórame y te daré victoria
En tu familia una nueva historia
Tengo sorpresas para tu hogar
Tengo cambio, novedad y gracia

Escrita por: Joktã Araújo