Sei Lá, Mangueira
Vista assim do alto...
Mais parece um céu no chão
Sei lá
Em Mangueira a poesia feito um
mar se alastrou
E a beleza do lugar
Pra se entender
Tem que se achar
Que a vida não é só isso que se vê
É um pouco mais, que os olhos não
conseguem perceber
E as mãos não ousam tocar
E os pés recusam pisar
Sei lá, não sei
Sei lá , não sei
Só sei que toda beleza de que lhes falo
Sai tão somente do meu coração
Em Mangueira poesia
Num sobe - e - desce constante
Andaa descalça ensinando
Um modo novo da gente viver
De pensar, de sonhar, de sofrer
Sei lá, não sei...
Sei lá, não sei, sei não
A Mangueira é tão grande
que nem cabe explicação
Sei lá não sei...
No sé, Mangueira
Vista así desde arriba...
Más parece un cielo en el suelo
No sé
En Mangueira la poesía como un
mar se expandió
Y la belleza del lugar
Para entenderla
Tienes que encontrarla
Que la vida no es solo lo que se ve
Es un poco más, que los ojos no
pueden percibir
Y las manos no se atreven a tocar
Y los pies se niegan a pisar
No sé, no sé
No sé, no sé
Solo sé que toda la belleza de la que les hablo
Viene únicamente de mi corazón
En Mangueira poesía
En un sube y baja constante
Anda descalza enseñando
Una nueva forma de vivir
De pensar, de soñar, de sufrir
No sé, no sé...
No sé, no sé, no sé
Mangueira es tan grande
que ni cabe explicación
No sé, no sé...
Escrita por: Paulinho da Viola Grav.rosemary