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Por No Entender Con Palabras

Rota 136

Por Não Entender Com Palavras

Marcelo: Naquele dia eu sonhei, e não queria acordar
Douglas: Corria em sua direção, mas não podia te alcançar
Marcelo: Naquele dia eu deixei, mais um olhar na multidão
Douglas: Foi um vazio que restou, não procurei a solução


Hoje eu te vi distante e não pude te tocar
Colhi receios guardados...
Preparei tantas desculpas que encontrei
Eu fui a luta, eu deixei você me encontrar

Não quis saber de algo eterno que sobrou do coração
E as memórias apagadas são jogadas pelo (chão)
Não sei o que restou em mim
Não sei, foi sempre assim

Hoje eu acordei para mudar maneiras de pensar
Então me siga pra sempre....
Preparei tantas desculpas que encontrei
Eu fui a luta, eu deixei você me encontrar

Não quis saber de algo eterno que sobrou do coração
E as memórias apagadas são jogadas pelo (chão)
Não sei o que restou em mim
Não sei, foi sempre assim

Por No Entender Con Palabras

Marcelo: Esa noche soñé, y no quería despertar
Douglas: Corría hacia ti, pero no podía alcanzarte
Marcelo: Esa noche dejé, una mirada más en la multitud
Douglas: Fue un vacío lo que quedó, no busqué la solución

Hoy te vi distante y no pude tocarte
Recogí miedos guardados...
Preparé tantas excusas que encontré
Luché, te dejé encontrarme

No quise saber de algo eterno que quedó del corazón
Y los recuerdos borrados son arrojados al suelo
No sé qué quedó en mí
No sé, siempre fue así

Hoy desperté para cambiar formas de pensar
Así que sígueme por siempre...
Preparé tantas excusas que encontré
Luché, te dejé encontrarme

No quise saber de algo eterno que quedó del corazón
Y los recuerdos borrados son arrojados al suelo
No sé qué quedó en mí
No sé, siempre fue así

Escrita por: Douglas Vieira De Freitas Butiller