Cinzas
Não me peça pra falar de amor
Há muito tempo eu já não sei como se faz
E entre as coisas que eu prefiro não dizer
Estão guardadas suas malditas frases
Não pense que eu vou ficar
Eternamente na tua sombra
Não tente esperar
Não olhe pra tras
Eu não irei estar onde você procurar
joguei contra o vento as tuas cinzas tão cinzas...
Já não interessa se você lembra meu nome
Pouco importa se você irá voltar
Onde estão suas virtudes passageiras?
Como estão suas vidas mórbidas?
Já que tudo tem um preço em nossas vidas
Por incrível que pareça
Ainda guardo o teu sorrizo na memória
Porém agora eu nunca mais terei que olhar pra tras
quando você tropeçar
Prefiro apreciar meus dias cinzas, tão cinzas...
Não me peça pra falar de amor...
Cenizas
No me pidas que hable de amor
Hace mucho tiempo que no sé cómo se hace
Y entre las cosas que prefiero no decir
Están guardadas tus malditas frases
No pienses que me quedaré
Eternamente en tu sombra
No intentes esperar
No mires hacia atrás
No estaré donde me busques
Lancé al viento tus cenizas tan grises...
Ya no importa si recuerdas mi nombre
Poco importa si regresarás
¿Dónde están tus virtudes pasajeras?
¿Cómo están tus vidas mórbidas?
Ya que todo tiene un precio en nuestras vidas
Por increíble que parezca
Todavía guardo tu sonrisa en la memoria
Pero ahora nunca más tendré que mirar hacia atrás
Cuando tropieces
Prefiero disfrutar mis días grises, tan grises...
No me pidas que hable de amor...
Escrita por: Juliano Falcão / Rota Alternativa