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Veneno (Lento)

Rottura

Veneno (Lento)

Paralisando por completo sua vida
E nem se benzendo a cura não encontrou
Não se apegue a ideia de fatos
Que não foram devidamente julgados
Malditos desejos, gerando lampejos
De forma auto-destrutiva
Perdendo controle da batida do peito
O momento para o contra argumento esgotou

Medidas, destorcidas
Se tornam única alternativa

Primitivas, divididas
A emoção que não raciocina e te dominou

O seu veneno é
Sua desgraça
E te torna sim
Uma ameaça

Contemplando as vontades que lhe foram negadas
Apoiado nas paredes que supostamente construiu
Ao seu redor, vai sendo encurralado por suas lembranças

Revele a dor do seu desejo
Que pode te partir no meio
Uma versão mal corrigida
Dessa doce bosta de vida

Espera logo sua sentença
Aceita como fosse bênção
Eu mesmo prometi pra mim
Que não queria ver seu fim

O seu veneno é
Sua desgraça
E te torna sim
Uma ameaça

Primitivas
Divididas
Emoção que não raciocina e te dominou

Veneno (Lento)

Paralizando por completo tu vida
Y ni siquiera bendiciéndote encontraste la cura
No te aferres a la idea de hechos
Que no fueron debidamente juzgados
Malditos deseos, generando destellos
De forma autodestructiva
Perdiendo el control de los latidos del pecho
El momento para el contraargumento se agotó

Medidas, distorsionadas
Se convierten en la única alternativa

Primitivas, divididas
La emoción que no razona y te dominó

Tu veneno es
Tu desgracia
Y te convierte sí
En una amenaza

Contemplando los deseos que te fueron negados
Apoyado en las paredes que supuestamente construiste
A tu alrededor, vas siendo acorralado por tus recuerdos

Revela el dolor de tu deseo
Que puede partirte en dos
Una versión mal corregida
De esta dulce mierda de vida

Espera pronto tu sentencia
Acepta como si fuera bendición
Yo mismo prometí para mí
Que no quería ver tu fin

Tu veneno es
Tu desgracia
Y te convierte sí
En una amenaza

Primitivas
Divididas
Emoción que no razona y te dominó

Escrita por: Gustavo Soares / Jean Strele