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Reino Celeste

Ruan Magnus

Reino Celeste

O negro nos olhos de um homem
que quer se desenvolver
Sórdidos macabros vermes me fazem ver
Que além do horizonte
há um outro mundo que este possa ir
Mas o amanhã não é seu

Se o portal abrir sim
Eu o encontrarei
Vou tomar conta de ti

E quando essa guerra começar
Certamente estarei aqui

E saiu após impor tais palavras e outros sem entender
Foi silencio neste meio
E de passos lentos foi inclinado para o seu castelo
Onde se assentava como rei

O portão abriu-se trabalharam bem
Os que manuseavam espadas
Obrigado filhos não entrou ninguém
O meu livro está bem guardado

Oh rei o descaso está grande aqui
Quem lhe escreve é um súdito
Sim já existem homens que não são teus

Decretaram guerra contra os soldados
Que guardam para ti precisamos
Da sua guia

Calado relia
A presente epístola
Triste por todos rebelados

Mesmo assim sorria
Demonstrava o bem
Não dizia estar chateado

Reino Celeste

En los ojos oscuros de un hombre
que busca crecer
Siniestros gusanos macabros me hacen ver
Que más allá del horizonte
hay otro mundo al que pueda ir
Pero el mañana no es tuyo

Si el portal se abre sí
Te encontraré
Cuidaré de ti

Y cuando esta guerra comience
Seguramente estaré aquí

Y salió después de imponer esas palabras y otros sin entender
Hubo silencio en medio de esto
Y con pasos lentos se inclinó hacia su castillo
Donde se sentaba como rey

La puerta se abrió, trabajaron bien
Los que manejaban espadas
Gracias hijos, nadie entró
Mi libro está bien guardado

Oh rey, la negligencia es grande aquí
Quien te escribe es un súbdito
Sí, ya existen hombres que no son tuyos

Declararon guerra contra los soldados
Que guardan para ti necesitamos
Tu guía

En silencio releía
La presente epístola
Triste por todos los rebeldes

Aun así sonreía
Mostraba el bien
No decía estar molesto

Escrita por: Ruan Magnus