Alazão
1984
É, amanheceu, a natureza parece que deu cria
Meu coração é uma nave incandescente
Meu potro valente, alazão
Meu potro valente, alazão
Solto o meu bridão, galope leve na sombra, à luz do dia
Nem só de pão, nem só de reza ou folia
Vida deixa rastro no chão
Vida deixa rastro no chão
Se eu contasse, ninguém acreditaria
Capaz até de dizer que tudo é fantasia
Vou procurar a turma que tá numa fria
Índio, catingueiro, peão
Índio, catingueiro, peão
(Repete I, III, I)
Alazão
1984
Sí, amaneció, la naturaleza parece que parió
Mi corazón es una nave incandescente
Mi potro valiente, alazán
Mi potro valiente, alazán
Suelto mi riendas, galope ligero en la sombra, a la luz del día
Ni solo de pan, ni solo de rezo o fiesta
La vida deja rastro en el suelo
La vida deja rastro en el suelo
Si lo contara, nadie lo creería
Capaz incluso de decir que todo es fantasía
Voy a buscar al grupo que está en apuros
Indio, campesino, peón
Indio, campesino, peón
(Repite I, III, I)
Escrita por: José Jorge / Ruy Maurity