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Tradiciones

S. Turmalina

Tradição

Devaneio e maldição
Pois sim
Desejo a mais velha ilusão

Maltratada a minha alma
E então
Pervertida pela própria condição

Eu já não quero mais
Inteirar-me desta circunstância vã

Tu sei nem contas mais
Quantas mortes cabem numa só manhã

Vou!
Ah, vais!
Desprender-me são.
Além, não vais
Diluir-me a paz

Água benta que me apraz
Veja bem
Desespero a mais ébria tradição

desgosto
Nem prece ou oração

e o teu peso não é
mais do que o meu quinhão

Eu já não quero mais
Inteirar-me desta circunstância vã

Tu sei nem contas mais
Quantas mortes cabem numa só manhã

Vou!
Ah, vais!
Desprender-me são.
Além, não vais
Diluir-me a paz.

E o desgosto
Nem prece ou oração

Mas teu peso não é
Mais do que o meu quinhão

Eu já não quero mais
Inteirar-me desta circunstância vã

Tu, sei, notar já vais
A verdade ainda vale
Mais do que a razão

Vou!
Ah, vais!
Desprender-me são.
Além, não vais
Diluir-me a paz.

Tradiciones

Devaneo y maldición
Pues sí
Deseo la más antigua ilusión

Maltratada mi alma
Y entonces
Pervirtida por su propia condición

Ya no quiero más
Enterarme de esta circunstancia vacía

Tú ya ni cuentas más
Cuántas muertes caben en una sola mañana

¡Voy!
¡Ah, vas!
Desprenderme sano
Más allá, no vas
Diluirme la paz

Agua bendita que me place
Mira bien
Desespero la más ebria tradición

desgusto
Ni plegaria u oración

Y tu peso no es
Más que mi parte

Ya no quiero más
Enterarme de esta circunstancia vacía

Tú ya ni cuentas más
Cuántas muertes caben en una sola mañana

¡Voy!
¡Ah, vas!
Desprenderme sano
Más allá, no vas
Diluirme la paz

Y el desgusto
Ni plegaria u oración

Pero tu peso no es
Más que mi parte

Ya no quiero más
Enterarme de esta circunstancia vacía

Tú, sabes, pronto notarás
Que la verdad aún vale
Más que la razón

¡Voy!
¡Ah, vas!
Desprenderme sano
Más allá, no vas
Diluirme la paz.

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