Salgueiro 2026 - Renato Penna
Salgueiro vem aí
Vamos aplaudir Rosa Magalhães
Em sua homenagem, seremos campeões
É hora de conhecer
A delirante jornada carnavalesca
Da professora que não tinha medo
De bruxa, de bacalhau
E nem do pirata da perna-de-pau
Melhor aluna do mestre Pamplona
Na academia veio somar
O carnaval e as belas artes
Com ousadia misturar
Vermelho-e-branco, mistura que deu rosa
O paticumbum da furiosa
Vai dar ti-ti-ti na Sapucaí
Embarque na fantasia pra viajar
Daqui pra lá, e de lá pra cá
No lombo do jegue, ou numa linda carruagem
Sem precisar pagar passagem
Partindo da ouvidor em direção ao porto, vamos navegar
Pelos mares de qualquer continente
Ou na terra Brasilis desse povo contente
Saudando rainhas e reis, negros, índios e plebeus
Entrando na dança
Num belo sonho de adulto ou criança
Em meio a bichos falantes, heróis e vilões
Nos reinos encantados, de milhões ou tostões
Do barroco à modernidade, ilusão ou realidade
Bota água no feijão, tem festa na roça à luz do luar
Traz uma cachaça da cana caiana pra brindar
A rosa dos ventos está de volta ao seu lar
Pede ao pai Xangô, pro nosso torrão amado abençoar
Pede ao pai Xangô, pra nossa décima estrela brilhar
Salgueiro 2026 - Renato Penna
Salgueiro ya viene
Vamos aplaudir a Rosa Magalhães
En su homenaje, seremos campeones
Es hora de conocer
La delirante jornada del carnaval
De la profesora que no tenía miedo
De brujas, de bacalao
Y ni del pirata de la pata de palo
Mejor alumna del maestro Pamplona
En la academia vino a sumar
El carnaval y las bellas artes
Con audacia a mezclar
Rojo y blanco, mezcla que dio rosa
El paticumbum de la furiosa
Va a dar ti-ti-ti en la Sapucaí
Embarca en la fantasía para viajar
De aquí para allá, y de allá para acá
En el lomo del burro, o en una linda carreta
Sin necesidad de pagar pasaje
Partiendo de la ouvidor en dirección al puerto, vamos a navegar
Por los mares de cualquier continente
O en la tierra Brasilis de este pueblo contento
Saludando reinas y reyes, negros, indígenas y plebeyos
Entrando en la danza
En un bello sueño de adulto o niño
En medio de bichos que hablan, héroes y villanos
En reinos encantados, de millones o centavos
Del barroco a la modernidad, ilusión o realidad
Echa agua en el frijol, hay fiesta en el campo a la luz de la luna
Trae una cachaça de caña caiana para brindar
La rosa de los vientos ha vuelto a su hogar
Pide al padre Xangô, que nuestro querido terruño bendiga
Pide al padre Xangô, que nuestra décima estrella brille
Escrita por: Victor Aguiar, Renato Penna, Anizio Elias, Valdemiro Santos, Celio Santos, Diego Pomar, André Pomar, Krys Barros, Nathalia Nícolas, J.p. do Samba