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Redenção

Samba Lá de Casa

Me deixou qualquer nota, às custas da sorte
Não dá pra aguentar
Resta em mim os frangalhos
Seus restos de malhos a me acompanhar

Invadiu minha praia e fugiu da raia
Zombou do apreço
Eu até me pergunto: Se é isso que eu mereço?

Troco os meus ais por esse novo amor
Me recuperei, cinzas do passado o vento carregou
Cessa o temporal e o sol volta a brilhar
Verdadeiro amor tem que durar assim!

E assim, chorar pra quê?
Da liberdade, sobreviver
Agora sei que sou capaz
De então viver em paz

Escrita por: Paulinho do Império - Wladimir - Marrom