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Ya no

Samuel Cunha

Já Não

Abro a porta acendo a luz
Não reconheço que esta, de frente pro espelho
Se sou eu, ou minha imensidão de dúvidas
De medos

Outra despedida, essa vai doer
Quem foi que me iludiu
Dizendo que eu podia me controlar?

Já não sei mais quem devo ser
Se devo ir, ou me render

Não reconheço mais, a voz que grita ao me escutar
É o meu medo, ou minha fome de vencer

Já não sei mais quem devo ouvir, se sou eu
Ou minha sede de sorrir

Já não sei mais pra quem olhar
Eu ou meu medo de errar
Já não sei mais quem devo ser, quem devo ouvir dentro de mim

Já não sei mais quem devo ser
Já não mais quem devo ouvir

Ya no

Abro la puerta, enciendo la luz
No reconozco lo que está, frente al espejo
Si soy yo, o mi inmensidad de dudas
De miedos

Otra despedida, esta va a doler
¿Quién fue que me ilusionó?
¿Diciendo que podía controlarme?

Ya no sé quién debo ser
Si debo ir, o rendirme

Ya no reconozco, la voz que grita al escucharme
¿Es mi miedo, o mi hambre de vencer?

Ya no sé a quién debo escuchar, si soy yo
O mi sed de sonreír

Ya no sé a quién mirar
Yo o mi miedo a fallar
Ya no sé quién debo ser, a quién debo escuchar dentro de mí

Ya no sé quién debo ser
Ya no sé a quién debo escuchar

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