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Poesía de Gracia

Samuca Hebert

Poesia de Graca

É mais um dia aqui
E tudo debaixo deste Sol
É vaidade; é vão!
Procurando seguir
Até quando puder
E cantar
E lutar; e viver

E quando eu for dizer
Adeus
E descansar
Quero então estar feliz
Cheio de paz (cheio de paz!)

A minha poesia
É sem critério e sem rodeio
E não tem pretensão
Nem mesmo sei de onde vem
Se às vezes é sem graça
Às vezes queima como brasa
Eu canto minha poesia
E no meu canto; pra sobreviver!
(Viver!)

E Deus olha pra mim
E ele me vê
Como outros olhos
Não podem me ver

Sua graça me basta
E me dá paz (me dá paz!)
Quero então estar feliz
E descansar

Mais um dia, estou aqui
E percebo que tudo
Não passa de trivialidade sem fim
Então se tudo é trivial
E esse é mais um dia normal
Vida: Siga assim, sem mudar seu curso!
Só desejo viver!

Poesía de Gracia

Es solo otro día aquí
Bajo este Sol
Es vanidad; es en vano!
Buscando seguir
Hasta donde pueda
Y cantar
Y luchar; y vivir

Y cuando diga
Adiós
Y descanse
Quiero estar feliz entonces
Lleno de paz (¡lleno de paz!)

Mi poesía
Es sin criterio y sin rodeos
Y no tiene pretensiones
Ni siquiera sé de dónde viene
A veces es sin gracia
A veces quema como brasa
Canto mi poesía
Y en mi canto; para sobrevivir!
(Vivir!)

Y Dios me mira
Y me ve
Como otros ojos
No pueden verme

Su gracia me basta
Y me da paz (me da paz!)
Quiero estar feliz entonces
Y descansar

Otro día, estoy aquí
Y me doy cuenta de que todo
Es pura trivialidad sin fin
Entonces si todo es trivial
Y este es solo otro día normal
Vida: ¡Sigue así, sin cambiar tu rumbo!
¡Solo deseo vivir!

Escrita por: Samuca Hebert