Ô de Casa
Ô de casa, eu grito, quem pode me ouvir
Eu venho de longe, das terras de lá
Me diz quanto custa, o preço de abrir
Eu trouxe bastante, posso lhe pagar
Eu fiz o que disseram pra eu fazer
Eu dei, quanto foi ensinado a dar
Cantei, todo domingo, as canções
Me ajoelhei nas orações
Mereço entrar
Não fiz, nada de mal por onde andei
Senhor, nunca matei, nunca roubei
Ouvi atentamente os sermões
Então me abram os portões
Mereço, eu sei
De Casa
De casa, grito, quien puede escucharme
Vengo de lejos, de tierras lejanas
Dime cuánto cuesta, el precio de abrir
Traje suficiente, puedo pagar
Hice lo que me dijeron que hiciera
Di lo que se me enseñó a dar
Canté, cada domingo, las canciones
Me arrodillé en las oraciones
Merezco entrar
No hice nada malo por donde pasé
Señor, nunca maté, nunca robé
Escuché atentamente los sermones
Así que ábranme las puertas
Merezco, lo sé
Escrita por: Samuel Palmeira