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Omipresente, Omnisciente y Omnipotente

SanaThoria

Onipresente, Onisciente e Onipotente

Nunca me diga o que fazer
Sozinho aprendi a sobreviver
Não me doutrine a te seguir
Já precisei, mas nunca esteve aqui

Onipresente e ninguém te ver
Tão poderoso, porque se esconder?
Onisciente e sem saber
O livre arbítrio que vamos escolher

Selecionando quem é quem
Onipotente, mas sempre precisa de alguém
Se humilhando pra te servir
Misericórdia ou um aparthaid?

Dejetos de uma ilusão sempre vendendo a tua libertação
E que alguém vem te buscar quando esse mundo todo se acabar
Não tem corrente em minhas mãos, minha alma não está numa prisão
Não sou massa de manipulação
É psicose em oração

Livre dos seus paradigmas. Liberto!
Seus contos de fadas não me alienam
A luz que te ilumina é a que cega
Não creio nessa historinha de merda

Tente me convencer, me leve a crer
Daquilo que faz sentido pra você
Amigo imaginário sem responder?
Assim não vai conseguir me converter!

Vivo sem culpa e sem pecado
Não tem quem venha me punir
E o paraíso prometido?
Então venha, me prove aqui
Não serei mais um enganado
Porquê meus olhos eu já abri!

Omipresente, Omnisciente y Omnipotente

Nunca me digas qué hacer
Solo aprendí a sobrevivir
No me adoctrines a seguirte
He necesitado, pero nunca estuviste aquí

Omipresente y nadie te ve
Tan poderoso, ¿por qué esconderte?
Omnisciente y sin saber
El libre albedrío que vamos a elegir

Seleccionando quién es quién
Omnipotente, pero siempre necesita de alguien
Humillándose para servirte
¿Misericordia o un apartheid?

Deshechos de una ilusión siempre vendiendo tu liberación
Y que alguien vendrá a buscarte cuando todo este mundo se acabe
No hay cadenas en mis manos, mi alma no está en una prisión
No soy masa de manipulación
Es psicosis en oración

Libre de tus paradigmas. ¡Libre!
Tus cuentos de hadas no me alienan
La luz que te ilumina es la que ciega
No creo en esa mierda de historieta

Intenta convencerme, hazme creer
En lo que tiene sentido para ti
¿Amigo imaginario sin responder?
¡Así no lograrás convertirme!

Vivo sin culpa y sin pecado
No hay quien venga a castigarme
¿Y el paraíso prometido?
Entonces ven, demuéstramelo aquí
No seré otro engañado
¡Porque ya abrí mis ojos!

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