Não é sobre o que eu faço
É sobre não saber ser, sem Você
Teu nome é o início do meu passo
E o motivo de eu não retroceder
Vejo Tua mão no café da manhã
No silêncio que o mundo não entende
És meu oxigênio, meu ponto de paz
Sem o Teu fôlego, a vida se esvai
Sou dependente, pequeno, carente
Mas em Teus detalhes, me sinto gente
Se eu parar de Te sentir
Eu paro de existir
És a batida que eu não controlo
O colo que me faz prosseguir
Não é hábito, é vida
Não é religião, é respirar
Espírito Santo
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