Eu Acredito
Anjos de polietileno
Duendes de cera
E fadas de cristal
Anjos vivem nas janelas
Dos olhos dos homens
Pra se acreditar
E, eu acredito
Que as flores nascem pra enfeitar!
E, eu acredito
Que acreditar nunca fez mal!
Por mais ariscos
Os seres encantados, não
Procuram abrigo
Em corações vazios, então
Anjo traz sono tranquilo
Acalma minha alma me faz levitar
Afasta de mim lindas bruxas
Que trazem na fruta
O mal pra enfeitiçar
Santo de barro, de vidro
De louça, madeira
Ou de pedra sabão
Sonhos enfeitam janelas
Das almas dos homens
Costuram a emoção
E, eu acredito
Que as flores nascem pra enfeitar!
E, eu acredito
Que acreditar nunca fez mal!
Por mais ariscos
Os seres encantados, não
Procuram abrigo
Em corações vazios, então
Anjo traz sono tranquilo
Acalma minha alma me faz levitar
Traz pra mim as lindas Bruxas
Que oferecem a cura
Ao mal que não haverá
Yo Creo
Ángeles de polietileno
Duendes de cera
Y hadas de cristal
Ángeles viven en las ventanas
De los ojos de los hombres
Para creer
Y, yo creo
¡Que las flores nacen para adornar!
Y, yo creo
¡Que creer nunca hizo daño!
Por más esquivos
Los seres encantados, no
Buscan refugio
En corazones vacíos, entonces
Ángel trae sueño tranquilo
Calma mi alma y me hace levitar
Aleja de mí hermosas brujas
Que traen en la fruta
El mal para hechizar
Santo de barro, de vidrio
De loza, madera
O de piedra jabón
Sueños adornan ventanas
De las almas de los hombres
Cosen la emoción
Y, yo creo
¡Que las flores nacen para adornar!
Y, yo creo
¡Que creer nunca hizo daño!
Por más esquivos
Los seres encantados, no
Buscan refugio
En corazones vacíos, entonces
Ángel trae sueño tranquilo
Calma mi alma y me hace levitar
Trae para mí a las hermosas brujas
Que ofrecen la cura
Al mal que no existirá