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Sepultura

Sangue de Bode

Jazigo

Debochando do viver
Desse orgasmo ao falecer
Remendado várias vezes
Nada consegue parar
Essa unha a se roer
Esse filho a padecer
Esse parasita a me contaminar
Todo ódio que Nasceu
Mora dentro do meu eu
Desdenhando o próprio ser
Alegrando Satanás
E quando a festa acabar
O Chifrudo vai levar
Tudo que o mesmo criou
Mas que agora já morreu

Larvas, hospedam teu nome, teu cheiro e se movem no teu novo lar
Jazigo

Sepultura

Burlándose de vivir
De ese orgasmo al fallecer
Remendado varias veces
Nada logra detener
Esta uña que se roe
Este hijo que padece
Este parásito que me contamina
Todo odio que nació
Vive dentro de mi ser
Despreciando al propio ser
Alegrando a Satanás
Y cuando la fiesta termine
El Cornudo se llevará
Todo lo que él mismo creó
Pero que ahora ya murió

Larvas, hospedan tu nombre, tu olor y se mueven en tu nuevo hogar
Sepultura

Escrita por: João Pedro C.O. dos Santos