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Necroprimate

Sangue de Bode

Necroprimata

Um mesmo corpo desenterrado
Doente e frágil, um vaso fácil de quebrar
Outra noite em pane, refém do peso do mundo
Que eu carrego feito mula
Apodrecendo devagar
Pessimista e peçonhento
A fome do diabo vive na tua carne crua

Apodrecendo devagar
Um vaso fácil de quebrar
A fome do diabo vive na tua carne crua

Necroprimate

Un mismo cuerpo desenterrado
Enfermo y frágil, un recipiente fácil de romper
Otra noche en apuros, prisionero del peso del mundo
Que cargo como una mula
Descomponiéndose lentamente
Pesimista y venenoso
El hambre del diablo vive en tu carne cruda

Descomponiéndose lentamente
Un recipiente fácil de romper
El hambre del diablo vive en tu carne cruda

Escrita por: Verme (João Oliveira) / Gabriel Sinuê