Trapaças
Sinto que preciso lutar
Pra não entardecer
Já me faltam convites ao anoitecer
O brilho de outrora
É tudo o que eu queria ter
E tudo perece
E tudo padece
Escorre pelos olhos
Eu me afogo
Até esmaecer
Mesmo com as mãos escondidas
Não existem trapaças
Nem véu que disfarce
A minha chama fingida
Não há o que se faça
E o tempo me arrasta
Mesmo que o espelho me mostre
O que eu não queira ver
Minha idade exagera o que eu divulgo ser
As pessoas parecem não me perceber mais
Quanto tempo faz
Escorre pelos olhos
Eu me afogo
Até esmaecer
Escorre pelos olhos
Eu me afogo
Até esmaecer
Até esmaecer
Até esmaecer
Até esmaecer
Engaños
Siento que necesito luchar
Para que no oscurezca
Ya me faltan invitaciones al anochecer
El brillo de antaño
Es todo lo que quisiera tener
Y todo perece
Y todo padece
Se escurre por los ojos
Me ahogo
Hasta desvanecerme
Aunque con las manos escondidas
No existen engaños
Ni velo que disimule
Mi llama fingida
No hay nada que hacer
Y el tiempo me arrastra
Aunque el espejo me muestre
Lo que no quiero ver
Mi edad exagera lo que pretendo ser
Las personas parecen no percibirme más
¿Cuánto tiempo ha pasado?
Se escurre por los ojos
Me ahogo
Hasta desvanecerme
Se escurre por los ojos
Me ahogo
Hasta desvanecerme
Hasta desvanecerme
Hasta desvanecerme
Hasta desvanecerme
Escrita por: Andre Barbosa, Caio Ramos, Fabio Gonçalves, Marcelo Zanin, Reinaldo Medeiros