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Trampa del Amor

Santão e Marcondinho

Armadilha do Amor

Na armadilha do amor
Caí como um passarinho
Deixei a cruel saudade
No meu peito fazer ninho

Ausente de quem eu amo
Horas amargas eu passo
Vivendo sem os teus beijos
Distante dos teus abraços

Ao recordar que vivemos
Doces momentos de amor
Aumenta mais em meu peito
Mágoas profundas de dor

Não sei se onde estás
Também sofre como eu
Só sei te dizer, querida
Que meu amor não morreu

Não vivo sem teus carinhos
Sem você eu não sou nada
Tu és a luz que ilumina
Meus passos por esta estrada

Não consigo lhe esquecer
Um só instante na vida
No jardim do bem-querer
És minha flor preferida

Eu tento, mas não consigo
Esquecer o teu adeus
Meus lábios ainda sentem
O sabor dos lábios teus

Com a sua despedida
Meu castelo foi ao chão
Só teu calor que aquece
O frio do meu coração

Trampa del Amor

En la trampa del amor
Caí como un pajarito
Dejé que la cruel nostalgia
Hiciera nido en mi pecho

Ausente de quien amo
Horas amargas paso
Viviendo sin tus besos
Lejos de tus abrazos

Al recordar que vivimos
Dulces momentos de amor
Se incrementan en mi pecho
Las profundas penas de dolor

No sé si donde estás
También sufres como yo
Solo puedo decirte, querida
Que mi amor no ha muerto

No vivo sin tus caricias
Sin ti no soy nada
Tú eres la luz que ilumina
Mis pasos por este camino

No logro olvidarte
Ni un solo instante en la vida
En el jardín del amor
Eres mi flor favorita

Intento, pero no logro
Olvidar tu adiós
Mis labios aún sienten
El sabor de tus labios

Con tu despedida
Mi castillo se derrumbó
Solo tu calor que calienta
El frío de mi corazón

Escrita por: Marcondinho / Roberto Motta Pessoa