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Nostalgia del Campesino

Santinato (Solo)

Saudade de Matuto

Eu sou do matuto eu sou do norte eu sou dela
O meu nordeste eu não posso esquecer
Aqui no sul brigando com a saudade
Sonho acordado muitas vezes sem querer

Quando eu pego meu teclado desabafo
Tiro meu som é convite pra dançar
Tocando faço alegria do povão
Toco meu xote meu forró e vaneirão

E de quebra também toco meu som brega
Memorias vivas saudades do meu sertão
E de quebra também toco o meu som brega
Memorias vivas saudades do meu sertão

Quando eu pego meu teclado desabafo
Tiro meu som um convite pra dançar
Tocando faço alegria do povão
Toco meu xote meu forró e vaneirão

O som é bruto quando toco a pisadinha
Galera grita na pista com emoção
Sacode o ritmo meu amigo tecladista
Levanta o público aí ritmo tentação

Este piseiro só tem hora para o inicio
E só termina quando o Sol clareia o chão
Este piseiro só tem hora para o inicio
E só termina quando o Sol clareia o chão

Nostalgia del Campesino

Soy del campo, soy del norte, soy de ella
Mi nordeste no puedo olvidar
Aquí en el sur luchando con la nostalgia
Sueño despierto muchas veces sin querer

Cuando agarro mi teclado desahogo
Saco mi sonido, es una invitación a bailar
Tocando alegría al pueblo
Toco mi xote, mi forró y vaneirão

Y de paso también toco mi sonido brega
Recuerdos vivos, nostalgia de mi sertão
Y de paso también toco mi sonido brega
Recuerdos vivos, nostalgia de mi sertão

Cuando agarro mi teclado desahogo
Saco mi sonido, una invitación a bailar
Tocando alegría al pueblo
Toco mi xote, mi forró y vaneirão

El sonido es bruto cuando toco la pisadinha
La gente grita en la pista con emoción
Agita el ritmo, mi amigo tecladista
Levanta al público, ritmo tentación

Este piseiro solo tiene hora para empezar
Y solo termina cuando el Sol aclara el suelo
Este piseiro solo tiene hora para empezar
Y solo termina cuando el Sol aclara el suelo

Escrita por: Jaime Santinato