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P....

Sanza

P....

E eu sei que eu nunca vou te ver
Mas você faz falta

E eu sei que eu nunca vou te ver
Mas nas fotos do rolê você sempre foi a mais gata

Eu vou te chamar de bebê
Só pra guardar pra mim
E proteger de tudo que possa amargar
Esse doce dô cê

E eu nem sei escrever sobre paixão
Se é que é paixão
Esse peso árduo que eu sustento por você

Faz o coração tremer
Igual os terremotos do Japão
Onde eu vou te levar pra conhecer

Mas não só lá, falarei francé
E Eiffel vai entender
No brilho do teu olho
O que é beleza de verdade

Borboleta me ajuda a sair desse casulo
Pra eu conseguir voar até você
E dizer que eu faria tudo pra poder
Colocar o meu nome nome no teu dedo

Eu procurei teu endereço
Pra enviar essa carta que te escrevi
Mas é difícil eu reconheço
Encontrar algum castelo por aqui

E sempre que a auto-estima acabar
Lembra de mim: Eu tô aqui pra te mimar!
Mas não reclame da minha bondade
Eu só falo bem de ti por que retrato a realidade

E pra quem dirá: Peço que abaixem o ego
Ao dizer que o amor é cego
Mesmo com você me vendo

E agora, eu vou sempre te ver
Mas você ainda faz falta

P....

Y sé que nunca te veré
Pero me haces falta

Y sé que nunca te veré
Pero en las fotos del rollo siempre fuiste la más linda

Te llamaré bebé
Solo para guardarte para mí
Y protegerte de todo lo que pueda amargar
Este dulce de ti

Y ni siquiera sé escribir sobre pasión
Si es que es pasión
Este peso arduo que sostengo por ti

Hace temblar el corazón
Como los terremotos de Japón
Donde te llevaré a conocer

Pero no solo allí, hablaré francés
Y la Torre Eiffel entenderá
En el brillo de tus ojos
Lo que es la verdadera belleza

Mariposa, ayúdame a salir de este capullo
Para poder volar hacia ti
Y decirte que haría todo para poder
Poner mi nombre en tu dedo

Busqué tu dirección
Para enviar esta carta que te escribí
Pero es difícil, lo reconozco
Encontrar algún castillo por aquí

Y siempre que la autoestima se acabe
Recuerda de mí: ¡Estoy aquí para consentirte!
Pero no te quejes de mi bondad
Solo hablo bien de ti porque reflejo la realidad

Y para aquellos que dirán: Pido que bajen el ego
Al decir que el amor es ciego
Aunque me veas

Y ahora, siempre te veré
Pero aún me haces falta

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