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Lengua Débil

Sara Ramalho

Língua Fraca

Para de marra tá na cara
A saudade já bateu ai
Só falta teu orgulho admitir

Vai dizer que não
Que não lembra da gente balançando seu colchão não, não vai me esquecer com essas língua fraca que cê beija, cê deita e nada
Que cê beija, cê deita e nada

Só quem pode matar essa saudade aí sou eu
Cê sabe que o beijo que te prende é meu
Tentou me esquecer mas não deu
Tentou me esquecer mas não deu

Para de marra tá na cara
A saudade já bateu ai
Só falta teu orgulho admitir

Vai dizer que não
Que não lembra da gente balançando seu colchão não, não vai me esquecer com essas língua fraca que cê beija, cê deita e nada
Que cê beija, cê deita e nada

Só quem pode matar essa saudade aí sou eu
Cê sabe que o beijo que te prende é meu
Tentou me esquecer mas não deu
Tentou me esquecer mas não deu

Lengua Débil

Deja de hacerte el duro, se nota en tu cara
La nostalgia ya golpeó ahí
Solo falta que admitas tu orgullo

Vas a decir que no
Que no recuerdas cuando sacudíamos tu colchón, no, no me vas a olvidar con esa lengua débil que besas, te acuestas y nada
Que besas, te acuestas y nada

Solo yo puedo acabar con esa nostalgia ahí
Sabes que el beso que te ata es mío
Intentaste olvidarme pero no pudiste
Intentaste olvidarme pero no pudiste

Deja de hacerte el duro, se nota en tu cara
La nostalgia ya golpeó ahí
Solo falta que admitas tu orgullo

Vas a decir que no
Que no recuerdas cuando sacudíamos tu colchón, no, no me vas a olvidar con esa lengua débil que besas, te acuestas y nada
Que besas, te acuestas y nada

Solo yo puedo acabar con esa nostalgia ahí
Sabes que el beso que te ata es mío
Intentaste olvidarme pero no pudiste
Intentaste olvidarme pero no pudiste

Escrita por: Lázaro Nas / Sara Ramalho / Carlos Vedo / Bila Wolf