Byron Não Morreu
Hoje não quero passar
A noite na delegacia
Então, não se vá
Pois é assim que principia.
Posso o pulso cortar
E faço só por revelia...
Pra aparecer na TV.
Mas, se não amanhecer
Não vá se arrepender.
O que é que há com você?
Pra frear assim um amor
Se o que falta é esquentar o motor.
Mas, não precisa ficar
Só pra velar minha esteria.
Pois, há de passar
Com o auxílio de uma anestesia.
E mesmo pra estancar
É uma questão de pontaria
-É só não mirar você.
Mas, se esse plano fender
E minha retina ceder
Não apresento um porquê.
Um curto circuito é o que ficou
Se é que isso explica como estou.
E não reagir é como medir o inferno
É como aplaudir o cortejo de um enterro.
Não está pra amador
E raso só mesmo o humor.
Não parece amor
É como um rolo compressor.
Byron No Murió
Hoy no quiero pasar
La noche en la comisaría
Así que no te vayas
Porque así es como empieza.
Puedo cortarme la muñeca
Y lo hago solo por rebeldía...
Para aparecer en la TV.
Pero, si no amanece
No te arrepientas.
¿Qué te pasa?
Para frenar así un amor
Si lo que falta es calentar el motor.
Pero, no es necesario quedarse
Solo para velar mi histeria.
Porque pasará
Con la ayuda de una anestesia.
E incluso para detener
Es cuestión de puntería
-Solo no apuntar a ti.
Pero, si este plan falla
Y mi retina cede
No presento un porqué.
Un cortocircuito es lo que quedó
Si eso explica cómo estoy.
Y no reaccionar es como medir el infierno
Es como aplaudir el cortejo de un entierro.
No es para aficionados
Y superficial solo el humor.
No parece amor
Es como un rodillo compresor.
Escrita por: Ighor Facchinetti