Insanidade
Insanidade
Ossos quebrados, músculos dilacerados, corações em resílio
Cheiro de sangue infecta o ar, vertigens, loucura, insanidade
Insanidade
Vidas perdidas por nada, a violência me invade
Insanidade
O caos parece não ter fim, o medo me invade
Insanidade
Não, não, não, não, não
Em nobres horários, por audiência, a decadência popular
Teatro de horrores cativa a demência
Quisera poder me desligar
Insanidade
Vidas perdidas por nada, a violência me invade
Insanidade
O caos parece não ter fim, o medo me invade
Insanidade
Não, não, não, não, não
Paralisante, cantiga letal
Balas dançando no final
Perdidas, um corpo cai
E a vida vai ... insanidade
Insanidade
Vidas perdidas por nada, a violência me invade
Insanidade
O caos parece não ter fim, o medo me invade
Insanidade
Não, não, não, não, não ...
Insanidad
Insanidad
Huesos rotos, músculos desgarrados, corazones en resiliencia
El olor a sangre infecta el aire, vértigos, locura, insanidad
Insanidad
Vidas perdidas en vano, la violencia me invade
Insanidad
El caos parece no tener fin, el miedo me invade
Insanidad
No, no, no, no, no
En horarios nobles, por audiencia, la decadencia popular
El teatro de horrores cautiva la demencia
Ojalá pudiera desconectarme
Insanidad
Vidas perdidas en vano, la violencia me invade
Insanidad
El caos parece no tener fin, el miedo me invade
Insanidad
No, no, no, no, no
Paralizante, canción letal
Balas bailando al final
Perdidas, un cuerpo cae
Y la vida se va... insanidad
Insanidad
Vidas perdidas en vano, la violencia me invade
Insanidad
El caos parece no tener fin, el miedo me invade
Insanidad
No, no, no, no, no...