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Insanidad

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Insanidade

Insanidade

Ossos quebrados, músculos dilacerados, corações em resílio
Cheiro de sangue infecta o ar, vertigens, loucura, insanidade

Insanidade
Vidas perdidas por nada, a violência me invade
Insanidade
O caos parece não ter fim, o medo me invade
Insanidade
Não, não, não, não, não

Em nobres horários, por audiência, a decadência popular
Teatro de horrores cativa a demência
Quisera poder me desligar

Insanidade
Vidas perdidas por nada, a violência me invade
Insanidade
O caos parece não ter fim, o medo me invade
Insanidade
Não, não, não, não, não

Paralisante, cantiga letal
Balas dançando no final
Perdidas, um corpo cai
E a vida vai ... insanidade

Insanidade
Vidas perdidas por nada, a violência me invade
Insanidade
O caos parece não ter fim, o medo me invade
Insanidade
Não, não, não, não, não ...

Insanidad

Insanidad

Huesos rotos, músculos desgarrados, corazones en resiliencia
El olor a sangre infecta el aire, vértigos, locura, insanidad

Insanidad
Vidas perdidas en vano, la violencia me invade
Insanidad
El caos parece no tener fin, el miedo me invade
Insanidad
No, no, no, no, no

En horarios nobles, por audiencia, la decadencia popular
El teatro de horrores cautiva la demencia
Ojalá pudiera desconectarme

Insanidad
Vidas perdidas en vano, la violencia me invade
Insanidad
El caos parece no tener fin, el miedo me invade
Insanidad
No, no, no, no, no

Paralizante, canción letal
Balas bailando al final
Perdidas, un cuerpo cae
Y la vida se va... insanidad

Insanidad
Vidas perdidas en vano, la violencia me invade
Insanidad
El caos parece no tener fin, el miedo me invade
Insanidad
No, no, no, no, no...

Escrita por: Henrique Pappatela