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Embriagar

Seaside

Entorpecer

Vou ter que desligar
Esse telefone que toca na minha mente
Vou me entorpecer do mundo
Só por um segundo
E antes que você peça que eu pare de reclamar
Só tenho algo a lhe dizer: "vá se danar!"

O uso inadequado dos pensamentos
Se tornam inalterados quando coerentes
Seus olhos com raiva se tornam incandescentes
Como a tosse que anuncia a morte de um doente

Mas antes que eu pare pra pensar
Mas antes que eu pare pra sonhar
Mas antes que eu pare pra cantar
Mas antes que eu pare pra rezar

Não consigo encaixar nada na minha frente
E o arquétipo coletivo é deprimente

Meus olhos só anceiam por realidade

Meus olhos só anceiam por pensamentos comuns
Por sentimentos comuns

Vou me entorpecer do mundo

Embriagar

Tendré que desconectar
Este teléfono que suena en mi mente
Voy a embriagarme del mundo
Solo por un segundo
Y antes de que me pidas que deje de quejarme
Solo tengo algo que decirte: 'vete al carajo!'

El uso inadecuado de los pensamientos
Permanecen inalterados cuando son coherentes
Tus ojos enojados se vuelven incandescentes
Como la tos que anuncia la muerte de un enfermo

Pero antes de que pare para pensar
Pero antes de que pare para soñar
Pero antes de que pare para cantar
Pero antes de que pare para rezar

No logro encajar nada frente a mí
Y el arquetipo colectivo es deprimente

Mis ojos solo anhelan realidad

Mis ojos solo anhelan pensamientos comunes
Sentimientos comunes

Voy a embriagarme del mundo

Escrita por: Bruno Almeida / Gabriel Lima