Andarilho Negro
Não arrasta-me em teu chão,
não risque-me, em teu livro...
não arranca-me de tuas pernas, não me solta de teu coração!
Perderás a ti mesma, saberás...
mas que assim seja... Que assim seja... Que assim seja...
Andarilho negro que soprou o vento em meu rosto
Andarilho negro, andarilho negro, andarilho negro
Sombras minhas em tua tumba de lembranças
Sombras minhas em tua fé morta, em teu rosto triste, em teu rosto triste, em teu rosto triste.
Andarilho negro que soprou o vento em meu rosto
andarilho negro, andarilho negro, andarilho negro.
Sombras minhas em tua tumba de lembranças
Sombras minhas em tua fé morta, em teu rosto triste, em teu rosto triste.
Em teu rosto triste, em teu rosto triste.
Errante Negro
No me arrastres en tu suelo,
no me rayes en tu libro...
no me arranques de tus piernas, ¡no me sueltes de tu corazón!
Te perderás a ti misma, lo sabrás...
pero que así sea... Que así sea... Que así sea...
Errante negro que sopló el viento en mi rostro
Errante negro, errante negro, errante negro
Mis sombras en tu tumba de recuerdos
Mis sombras en tu fe muerta, en tu rostro triste, en tu rostro triste, en tu rostro triste.
Errante negro que sopló el viento en mi rostro
Errante negro, errante negro, errante negro
Mis sombras en tu tumba de recuerdos
Mis sombras en tu fe muerta, en tu rostro triste, en tu rostro triste.
En tu rostro triste, en tu rostro triste.
Escrita por: Gerôncio / Xymox Ferreira