395px

Ruina

SELVET

Ruína

Contatos tão dúbios
Me fazem refletir
Se devo ou não
Parar de me fingir

Mas a sede por poder
Pode cegar a qualquer homem
Se o seu carma não o proteger
Terá uma visão voltada a

Repressão, submissão
Vícios gerados pela falta de razão!
Ambição, imposição
O orgulho que cega é o que age e fere o coração!

Transpareço a paz
Aceito seus padrões
Sei que o disfarce vai
Desmascarar seus vilões

És
Tão
Indefeso!
És
Seu
Próprio inimigo!

O meu legado, minha ruína
Foi moldado por rancor
Só quis dinheiro, terras e guerra
E me perdi dos passos que me levavam ao amor

És
Tão
Indefeso!
És
Seu
Próprio inimigo!

Ruina

Contactos tan ambiguos
Me hacen reflexionar
Si debo o no
Dejar de fingir

Pero la sed de poder
Puede cegar a cualquier hombre
Si su karma no lo protege
Tendrá una visión enfocada en

Represión, sumisión
¡Vicios generados por la falta de razón!
Ambición, imposición
¡El orgullo que ciega es lo que actúa y hiere el corazón!

Transmito paz
Acepto tus estándares
Sé que el disfraz
Desenmascarará a tus villanos

Eres
Tan
Indefenso
Eres
Tu
Propio enemigo

Mi legado, mi ruina
Fue moldeado por rencor
Solo quería dinero, tierras y guerra
Y me perdí de los pasos que me llevaban al amor

Eres
Tan
Indefenso
Eres
Tu
Propio enemigo

Escrita por: Alan Douglas / André Elias / Eduardo Maia / Gabriel Filipe