Tentam calar nossa voz
Nos empurrar pra trás
Mas há um fogo entre nós
Que o medo não apaga jamais
Eles vendem paz por controle
Nos fazem crer que é o normal
Mas o que nasce em liberdade
Não se dobra a nenhum sinal
Cansamos de engolir o silêncio
Agora é hora de fazer barulho
Esse é o meu grito de guerra
A chama acesa, ninguém encerra
Pelos que caíram, pelos que vão
Ergo a voz, punho e coração
A verdade sangra nas ruas
Mas o sistema finge não ver
A mentira veste terno
E diz o que devemos ser
Nos fizeram crer que é tarde
Mas o tempo é nosso, enfim
Enquanto houver coragem
O futuro começa em mim
Se for pra cair, que seja lutando
De punhos erguidos, jamais calando
Esse é o meu grito de guerra
A chama acesa, ninguém encerra
Pelos que caíram, pelos que vão
Ergo a voz, punho e coração
Grita alto, que o mundo ouça
Grita forte, que a dor não vença
Grita agora, que o medo caia
Sem volta, a alma não se dobra
Esse é o nosso grito de guerra
A chama acesa, ninguém encerra
Por cada sonho que resistiu
Por cada voz que não caiu
Grito de guerra
Sem volta