Marcham todos iguais, olhos vazios
Engolindo ordens sem questionar
A humanidade inteira como máquina
E eu recuso me escravizar
Marionetes presas nos fios
Vendendo a alma pra se enquadrar
Eu sinto o mundo afundando
Mas não vou com ele, não vou me apagar
Eles empurram medo na garganta
Mas eu cuspo de volta a pressão
Se querem minha mente trancada
Vão ter que quebrar meu coração
Eu não vou ser o robô que o sistema quer criar
Meu grito destrói a torre onde tentam me controlar
Eu quebro o molde, rasgo o ciclo, rompo a hipocrisia
Eu sou o ruído puro atravessando a tirania
A multidão anda cega e sem força
Repetindo rotinas até sangrar
Mas eu prefiro cair com coragem
Do que viver pra simplesmente funcionar
A cada passo que eu nego
Eles tremem com medo de perder
Porque quando alguém pensa sozinho
O castelo deles começa a tremer
Eu enfrento a muralha de aço
Sem máscara e sem permissão
Se tentarem apagar minha chama
Vão ver nascer uma explosão
Eu não vou ser o robô que o sistema quer criar
Meu grito destrói a torre onde tentam me controlar
Eu quebro o molde, rasgo o ciclo, rompo a hipocrisia
Eu sou o ruído puro atravessando a tirania
Não me programem (sistema Fantasma)
Não me reescrevam (sistema Fantasma)
Não me silenciem (sistema Fantasma)
Eu não obedeço (sistema Fantasma)
Eu não vou ser o robô que o sistema quer criar
Prefiro a guerra livre do que a paz de me calar
Enquanto eles sonham com corpos sem rebeldia
Eu sigo vivo, brutal, queimando a engrenagem fria
Não me programem (sistema Fantasma)
Não me reescrevam (sistema Fantasma)
Não me silenciem (sistema Fantasma)
Eu não obedeço (sistema Fantasma)