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Draco

SEMDÓ

Draco

Quero que se foda todos vermes de uma vez
Eu não brinco quando falo essa fita, não
Então vê se dessa vez cê ouve bem
Pois, eu não vou repetir pra ninguém, tiozão

São olhos fechados e caixões lacrados
Sujeira urbana ao meio os ratos
Tá despreocupado com o movimento
Um louco assassino te deixa em pedaços

Sim, somos corpos fracos
Caminhando em direção a um abismo sem fim
Hey, tenta me parar, mas não consegue
Ninguém dita nenhuma merda pra mim

Não vamos pra lugar nenhum
Então sai da minha bota, vai morrer pra lá
Se eu só falar o que cês quer ouvir
Então vai ser a hora de eu me matar

Não viso sucesso, só que eu não nego
Que quero ganhar com essa porra
Não explana o caralho, fica no teu canto
E não abre mais a sua boca

E eu sou morto-vivo, preparado pro homicídio
Faço coisas que duvidam, então vem tirar a limpo
Não sou contador de história, em contato com a escória
Pisoteio seu progresso e vomito na tua glória

Sede de matança, relativa esperança
Que eu quero ver o mundo sucumbindo na loucura
Causando uma ruptura, morte a todos que a desejam
Barulho de gritaria e sirene de viatura

Caos ou paz?
Tanto faz, aqui jaz
E nunca mais eu penso
Em ir pra trás

Cada vez à frente, sim
Cada vez mais louco também
Sempre mais perto do fim
Todos juntos pro além

Draco

Quiero que se jodan todos los gusanos de una vez
No bromeo cuando digo esta mierda, no
Así que esta vez asegúrate de escuchar bien
Porque no lo repetiré a nadie, viejo

Son ojos cerrados y ataúdes sellados
Suciedad urbana entre las ratas
Estás despreocupado con el movimiento
Un loco asesino te destroza

Sí, somos cuerpos débiles
Caminando hacia un abismo sin fin
Hey, intenta detenerme, pero no puedes
Nadie me dice mierda alguna

No vamos a ningún lado
Así que sal de mi camino, ve a morir por allá
Si solo digo lo que quieren escuchar
Entonces será hora de que me mate

No busco el éxito, solo que no niego
Que quiero ganar con esta mierda
No expliques mierda alguna, quédate en tu lugar
Y no abras más tu boca

Y soy un muerto viviente, listo para el homicidio
Hago cosas que dudan, así que ven a aclararlo
No soy un cuentacuentos, en contacto con la escoria
Piso tu progreso y vomito en tu gloria

Sed de matanza, esperanza relativa
Quiero ver al mundo sucumbir en la locura
Causando una ruptura, muerte a todos los que la desean
Ruido de gritos y sirenas de patrulla

¿Caos o paz?
Da igual, aquí yace
Y nunca más pienso
En retroceder

Cada vez más adelante, sí
Cada vez más loco también
Siempre más cerca del final
Todos juntos hacia el más allá