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Diga Rei

Serginho Barros

Um hippie deslocado
Naquela de conversa vai, conversa vem
Entre uma cerveja e um café
Jesus Cristo, Coca-Cola e Pelé

Plutão perdeu a majestade
Ficou fora do carnaval
Rei Momo que emagreceu
Rei Momo que emagreceu

Rei Momo que emagreceu

Quando a noite despenca seu azeviche
Pelas cidades, mar, mata e Sertão
Uma fatia de Lua desponta
Rasga o pano breu da amplidão

Quando a noite despenca seu azeviche
Pelas cidades, mar, mata e Sertão
Uma fatia de Lua desponta
Rasga o pano breu da amplidão

Por um segundo se esquece
Do Astro Rei ruidoso
Sua luz de fio de ouro
Pespontos do azul celestial
Poeira bordada na lapela do céu
Entre a chama da vida

Doce, amargo
Doce, amargo

Fogaréu
Fogaréu

Um hippie deslocado
Naquela de conversa vai, conversa vem
Entre uma cerveja e um café
Jesus Cristo, Coca-Cola e Pelé

Pois é

Plutão perdeu a majestade
Ficou fora do carnaval
Rei Momo que emagreceu
Rei Momo que emagreceu

Rei Momo que emagreceu

Quando a noite despenca seu azeviche
Pelas cidades, mar, mata e Sertão
Uma fatia de Lua desponta
Rasga o pano breu da amplidão

Quando a noite despenca seu azeviche
Pelas cidades, mar, mata e Sertão
Uma fatia de Lua desponta
Rasga o pano breu da amplidão

Por um segundo se esquece
Do Astro Rei ruidoso
Sua luz de fio de ouro
Pespontos do azul celestial
Poeira bordada na lapela do céu
Entre a chama da vida

Doce, amargo
Doce, amargo

Fogaréu

Fogaréu

Doce, amargo
Doce, amargo
Doce, amargo
Doce, amargo

Doce, amargo
Doce, amargo
Doce, amargo

Doce, amargo
Doce, amargo
Doce, amargo
Doce, amargo

Doce, amargo
Doce, amargo

Fogaréu

Doce, amargo
Doce, amargo
Doce, amargo
Doce, amargo

Doce, amargo
Doce, amargo

Fogaréu

Fogaréu

Escrita por: Elias Venâncio, Serginho Barros