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Malvada

Serginho Barros

Deu uma de conceição
Ninguém sabe, ninguém viu
Se escafedeu
Se mandou
Meu mundo quase caiu

Não deixou nenhuma pista
Nem ao menos um sinal
Errei no golpe de vista
Dancei na reta final

Errei no golpe de vista
Dancei na reta final

Você
Puxou meu tapete sem dó
Me deixou naquela, ó
Eu fiquei a ver navios

Meu peito deu de doer
Pensei que fosse morrer
Meus olhos choraram rios

Meus olhos choraram rios

Tô num mato sem cachorro
Sem pedra e sem pau
Tô me sentindo um anão
Vendo o fla x flu da geral

Eu tô num mato sem cachorro
Sem pedra e sem pau
Tô me sentindo um anão
Vendo o fla x flu da geral

Eu tô
Tô me sentindo um anão
Vendo o fla x flu da geral

Eu tô, tô
Tô me sentindo um anão
Vendo o fla x flu da geral

Deu uma de conceição
Ninguém sabe, ninguém viu
Se escafedeu
Se mandou
Meu mundo quase caiu

Não deixou nenhuma pista
Nem ao menos um sinal
Errei no golpe de vista
Dancei na reta final

Errei no golpe de vista
Dancei na reta final

Você
Puxou meu tapete sem dó
Me deixou naquela, ó
Eu fiquei a ver navios

Meu peito deu de doer
Pensei que fosse morrer
Meus olhos choraram rios

Meus olhos choraram rios

Tô num mato sem cachorro
Sem pedra e sem pau
Tô me sentindo um anão
Vendo o fla x flu da geral

Tô num mato sem cachorro
Sem pedra e sem pau
Tô me sentindo um anão
Vendo o fla x flu da geral

Tô me sentindo um anão
Vendo o fla x flu da geral

Eu tô, tô
Tô me sentindo um anão
Vendo o fla x flu da geral

Escrita por: Sergio Souto, Serginho Barros