Calangueando
Não entre no caminho, que eu preciso caminhar
Eu não vou ficar sozinho, sozinho eu não vou ficar
Sou do Sol, sou da Lua, sou da luz do luar
Sou de casa, sou da rua, sou de ir e de ficar
Não bata a porta que eu pulo a janela e vou lá
Não há comporta no mundo para me comportar
Vai na sua, não se encosta que eu não vou te segurar
Se já sabe da resposta, não precisa perguntar
Calangueando mesmo assim, eu não me entrego
Não me aquieto, não sossego enquanto não madrugar
A madrugada é a minha companheira
E eu não saio da Ribeira, nem se um dia clarear
Calangueando mesmo assim, eu não me entrego
Não me aquieto, não sossego enquanto não madrugar
A madrugada é a minha companheira
E eu não saio da Ribeira, nem se um dia clarear.
Lê lê lê, lê lê lê, lê lê lê, lê lê lê, ah
Lê lê lê, lê lê lê, lê lê lê, lê lê lê, ah
Calangueando
No te interpongas en mi camino, necesito caminar
No me quedaré solo, solo no me quedaré
Soy del Sol, soy de la Luna, soy de la luz de la luna
Soy de casa, soy de la calle, soy de ir y quedarme
No golpees la puerta, saltaré por la ventana y me iré
No hay compuerta en el mundo para contenerme
Haz lo tuyo, no te acerques que no te detendré
Si ya sabes la respuesta, no hace falta preguntar
Calangueando de todas formas, no me rindo
No me calmo, no descanso hasta el amanecer
La madrugada es mi compañera
Y no salgo de la Ribeira, ni aunque amanezca
Calangueando de todas formas, no me rindo
No me calmo, no descanso hasta el amanecer
La madrugada es mi compañera
Y no salgo de la Ribeira, ni aunque amanezca.
La la la, la la la, la la la, la la la, ah
La la la, la la la, la la la, la la la, ah
Escrita por: LUIZ CARLOS BAPTISTA (LUIZ CARLOS DA VILA) / SERGIO FELICIANO GARCIA (SERGINHO MADUREIRA) / SERGIO ROBERTO SERAFIM (SERGINHO MERITI) / VALDEMIR DE BARROS (MI BARROS)