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Naturaleza

Sérgio Reis

Natureza

Não há, não há lugar igual aqui
A luz faz morada no sertão onde eu nasci
Não há, não há lugar igual aqui
A luz faz morada no sertão onde eu nasci

Olha seu moço como é linda a natureza
No sertão quanta beleza que Deus fez pra gente ver
A luz da Lua sobre as águas refletida
Tem uma cor parecida com as flores do Ipê

Não há, não há lugar igual aqui
A luz faz morada no sertão onde eu nasci
Não há, não há lugar igual aqui
A luz faz morada no sertão onde eu nasci

Olha seu moço a cachoeira murmurando
A cerração levantando bem lá na curva do rio
O João de barro fez um ninho bem forrado
Para dormir sossegado quando é noite de frio

Não há, não há lugar igual aqui
A luz faz morada no sertão onde eu nasci
Não há, não há lugar igual aqui
A luz faz morada no sertão onde eu nasci

Olha seu moço o sertanejo cantando
Suas queixas revelando ao amigo violão
Com muito orgulho eu lhe digo face a face
É aqui que também nasce a poesia do sertão

Não há, não há lugar igual aqui
A luz faz morada no sertão onde eu nasci
Não há, não há lugar igual aqui
A luz faz morada no sertão onde eu nasci

Naturaleza

No hay, no hay lugar igual aquí
La luz hace su hogar en el sertão donde nací
No hay, no hay lugar igual aquí
La luz hace su hogar en el sertão donde nací

Mira, señor, qué hermosa es la naturaleza
En el sertão, cuánta belleza que Dios creó para que veamos
La luz de la Luna reflejada en las aguas
Tiene un color similar al de las flores del Lapacho

No hay, no hay lugar igual aquí
La luz hace su hogar en el sertão donde nací
No hay, no hay lugar igual aquí
La luz hace su hogar en el sertão donde nací

Mira, señor, la cascada murmurante
La neblina levantándose allá en la curva del río
El hornero hizo un nido bien abrigado
Para dormir tranquilo en las noches frías

No hay, no hay lugar igual aquí
La luz hace su hogar en el sertão donde nací
No hay, no hay lugar igual aquí
La luz hace su hogar en el sertão donde nací

Mira, señor, al campesino cantando
Revelando sus quejas al amigo violín
Con mucho orgullo te digo cara a cara
Aquí también nace la poesía del sertão

No hay, no hay lugar igual aquí
La luz hace su hogar en el sertão donde nací
No hay, no hay lugar igual aquí
La luz hace su hogar en el sertão donde nací

Escrita por: Dino Franco