Enganando O Tédio
Debaixo de uma ponte ou em cima de um prédio
Eu brinco com a minha vida só pra enganar o tédio
Ando debaixo de chuva e não pareço estar com pressa
Pouca coisa nesse mundo que ainda me interessa
Eu arrisco a minha vida, na loucura eu chego alto
Qualquer coisa que me tire desse quarto apertado
Sem as mãos no volante eu acelero a mais de cem
Adrenalina sempre ajuda e me faz sentir bem
Então,
Vem me tirar daqui
Desse buraco não dá pra sair
E só com você ao meu lado que eu me sinto bem
Alivia a minha dor
Essa minha memória só me traz rancor
As lágrimas que escorrem transparecem minha dor
Olha pra minha cara, e me diz “ta tudo bem?”
A chuva cai lá fora e eu sinto falta de alguém
Essa maldita solidão que só tende a aumentar
Parece que a qualquer momento eu posso sufocar
Não tente consolar o que você não entende
As imagens que me dóem invadiram minha mente
Vem me tirar daqui
Desse buraco não dá pra sair
São Quatro e Vinte da manhã e não tem ninguém
Pra curar a minha dor
Vem me tirar daqui
Desse buraco não dá pra sair
A noite inteira esperando e você não vêm
Leva embora a minha dor
Engañando el aburrimiento
Debajo de un puente o en la cima de un edificio
Juego con mi vida solo para engañar el aburrimiento
Caminando bajo la lluvia y sin parecer tener prisa
Pocas cosas en este mundo que aún me interesan
Arriesgo mi vida, en la locura llego alto
Cualquier cosa que me saque de este cuarto apretado
Sin las manos en el volante acelero a más de cien
La adrenalina siempre ayuda y me hace sentir bien
Entonces,
Ven y sácame de aquí
De este agujero no puedo salir
Y solo contigo a mi lado me siento bien
Alivia mi dolor
Esta memoria mía solo me trae rencor
Las lágrimas que caen reflejan mi dolor
Mira mi cara y dime '¿todo bien?'
La lluvia cae afuera y extraño a alguien
Esta maldita soledad que solo tiende a aumentar
Parece que en cualquier momento puedo sofocarme
No intentes consolar lo que no entiendes
Las imágenes que me duelen invadieron mi mente
Ven y sácame de aquí
De este agujero no puedo salir
Son las Cuatro y Veinte de la mañana y no hay nadie
Para sanar mi dolor
Ven y sácame de aquí
De este agujero no puedo salir
Toda la noche esperando y tú no vienes
Llévate mi dolor