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Antros Viejos

Seu Ninguém

Bares Velhos

Pare de pensar que paro
Para te olhar. Por mim, parei
De te ouvir

Pense em parar, que o meu olhar
Para ti eu já
Dirigi

Por ti parei de não existir
Se eu existir, tu vens parar-me

Trate de tratar teu trato
Tu não toca o teu com tanto
Destrato

Troque teu teto de vidro
Toque em tuas versões as minhas
Aversões

Por ti deixei um copo vazio
Me esvaziei por teu desafio

O que você pensa que eu não sei
Em transe e em qualquer budega
De burguês
Até mesmo nesses bares velhos
Tomando cana e ouvindo Zezo

Sua última dose seria comigo

Sua última dose seria
Comigo!

Antros Viejos

Deja de pensar que me detengo
Para mirarte. Por mí, me detuve
De escucharte

Piensa en detenerte, que mi mirada
Para ti ya
He dirigido

Por ti dejé de no existir
Si existo, vienes a detenerme

Intenta tratar tu trato
No tocas el tuyo con tanto
Desdén

Cambia tu techo de vidrio
Toca en tus versiones mis
Aversiones

Por ti dejé un vaso vacío
Me vacié por tu desafío

Lo que piensas que no sé
En trance y en cualquier antro
De burgués
Incluso en esos antros viejos
Tomando caña y escuchando Zezo

Tu última copa sería conmigo

Tu última copa sería
¡Conmigo!

Escrita por: Italo Alves / Luan Régio / Luana Alves