Lame
There's a tall, a mulatto boy I know
And he comes to every party, he stands alone
Viewing them the rest, from the corner of his glance
It gets so clear, he's not judging anyone
The way his arms float around his cage, he's caged
Canary sings, silently brings, his voice to rage
The way they stop and stare, the way they turn their heads
It's enough to make him want to run away
But he stays he stands his ground
And I'm so lame
The way I condescend without ever knowing his name
He keeps it in a box, hangs it from his ear
Looks at everyone without the slightest fear
It's making me so ashamed
Slender body, slip through his glance
I don't give him a single chance
The way he's rocking back and forth
Makes a buzzing in my ear
Constantly reminding me that I never stop to hear
Him say hello, hello
And I'm so lame
Like a moth bumping off his godless flame
I cannot condescend or even apprehend what comes over me
When I see his shameless face
So rage, please rage, against me
Beat me down, beat me down, forgive me
For what I've done, I'm so lame, I'm so lame, I'm so lame
So lame, so lame, so lame
Falho
Há um garoto alto, um mulato, que eu conheço
E ele vai a todas as festas, fica sozinho
Observando os outros, de canto de olho
Fica tão claro que ele não está julgando ninguém
A maneira como seus braços flutuam ao redor da sua gaiola — ele está preso
O canário canta, silenciosamente traz sua voz à fúria
A maneira como eles param e encaram, como viram as cabeças
É o suficiente pra fazê-lo querer fugir
Mas ele fica, mantém sua posição
E eu sou tão patético
Do jeito que condescendo sem nem saber o nome dele
Ele guarda isso numa caixa, pendura na orelha
Olha pra todo mundo sem o menor medo
Isso me envergonha tanto
Corpo esguio, escapa pelo meu olhar
Eu não dou a ele uma única chance
O jeito como ele balança pra frente e pra trás
Faz um zumbido no meu ouvido
Constantemente me lembrando que nunca paro pra ouvir
Ele dizer "olá, olá"
E eu sou tão patético
Como uma mariposa batendo contra sua chama sem deus
Eu não consigo condescender ou nem mesmo entender o que me domina
Quando vejo seu rosto sem vergonha
Então, raiva, por favor, se revolte contra mim
Me derrube, me derrube, me perdoe
Pelo que eu fiz — sou tão patético, tão patético, tão patético
Tão patético, tão patético, tão patético
Escrita por: Jason Pollock / Jason Ross