Vejo crianças nas esquinas
Em seus rostos sujo estampado
A fome a dor do horror de não entenderem
Essa loucura chamada vida
De não entenderem por que são esquecidas
Elas enxergam esperança
Sendo perdidas numa esquina
Pedindo esmola pros culpados
E de que adianta eu cantar
Se a canção está sendo perdida
Esquecida como os nossos pequenos e grandes rostos sujos
Nossos pequenos e grandes rostos sujos de dor
Vejo crianças nas esquinas
Em seus rostos sujo estampado
A fome, a dor do horror de não entenderem
Essa loucura chamada vida
De não entenderem por que são esquecidas
Elas enxergam esperança
Sendo perdidas numa esquina
Pedindo esmola pros culpados
E de que adianta eu cantar
Se a canção está sendo perdida
Esquecida como os nossos pequenos e grandes rostos sujos
Nossos pequenos e grandes rostos sujos de dor
E de que adianta eu cantar
Se a canção está sendo perdida
Esquecida como os nossos pequenos e grandes rostos sujos
Nossos pequenos e grandes rostos sujos de dor