Suinã
Quando o mulungu ponteia /baião de espinho canhoado / fulora o facho / todo
encarnado / do jeito de quem tem sangrado / suinã, ai ai, suinã / nem sou mais eu /
que pensa o que tem pensado.
Suinã
Cuando el mulungu despunta / baile de espinas espinosas / florece la antorcha / toda encarnada / como quien ha sangrado / suinã, ay ay, suinã / ya no soy yo / quien piensa lo que ha pensado.