Cidade dos Moralistas (Deter-Gente)
A cidade está cheia de moralistas, deter-gente, querem nos intimidar
A fumaça do céu escurece a vista, imponente, quase que o Sol não brilha mais
Os guarda-chuvas não dançam mais, quando a chuva cai
E o velho da calçada me disse, que não aguenta mais
Que não aguenta mais
O ar é artificial aqui dentro, e a minha janela, da pra um muro de tijolos
Tão frio quanto a matemática dos boletos, quadrado, bitolado e acomodado
Os guarda-chuvas não dançam mais, quando a chuva cai
E o velho da calçada me disse, que não aguenta mais
Que não aguenta mais, e nem eu!
Os guarda-chuvas não dançam mais, quando a chuva cai
E o velho da praça me disse, que não aguenta mais
Ciudad de los Moralistas (Detener-Gente)
La ciudad está llena de moralistas, detener-gente, quieren intimidarnos
El humo del cielo oscurece la vista, imponente, casi el Sol ya no brilla más
Los paraguas ya no bailan, cuando la lluvia cae
Y el viejo de la acera me dijo, que ya no aguanta más
Que ya no aguanta más
El aire es artificial aquí adentro, y mi ventana da a un muro de ladrillos
Tan frío como las matemáticas de las facturas, cuadrado, adoctrinado y acomodado
Los paraguas ya no bailan, cuando la lluvia cae
Y el viejo de la acera me dijo, que ya no aguanta más
Que ya no aguanta más, ¡y yo tampoco!
Los paraguas ya no bailan, cuando la lluvia cae
Y el viejo de la plaza me dijo, que ya no aguanta más