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II. Horas

Sigma 5

II. Horas

Pra que se lamentar,
Se o tempo não vai lhe esquecer?
E tudo que passou,
Ninguém jamais vai entender.
Eu sei...

Os sonhos morrem cedo,
Logo ao amanhecer.
E um novo horizonte
Se molda quase sem querer.

Quando o sol nascer
Eu vou voltar às cinzas,
Procurando o que não posso ver.

E se o relógio parar de girar,
Talvez a luz também deva morrer.
Talvez eu pare até de procurar
O que eu já não posso entender.

Eu conto as horas sem parar.
Vou num compasso diferente.
Sigo buscando em minha mente
As cores que vão me levar...

Pra parede do meu quarto,
Onde eu possa talvez me encontrar.

Na parede do meu quarto,
Onde as horas fingem não passar,
Eu vou sorrir mais uma vez...

II. Horas

¿Por qué lamentarse,
Si el tiempo no te olvidará?
Y todo lo que pasó,
Nadie jamás entenderá.
Lo sé...

Los sueños mueren temprano,
Justo al amanecer.
Y un nuevo horizonte
Se moldea casi sin querer.

Cuando salga el sol
Volveré a las cenizas,
Buscando lo que no puedo ver.

Y si el reloj deja de girar,
Tal vez la luz también deba morir.
Tal vez deje de buscar
Lo que ya no puedo entender.

Cuento las horas sin parar,
En un ritmo diferente.
Sigo buscando en mi mente
Los colores que me llevarán...

A la pared de mi habitación,
Donde quizás pueda encontrarme.

En la pared de mi habitación,
Donde las horas fingen no pasar,
Sonreiré una vez más...

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