Ferrugem
Semblantes que gangrenam trilhos
Estação cinza de sorrisos amarelos
Na vitrine a face pétrea de um sonho perdido
Nas ruas os manequins correm depressa
Indiferente
Mais seco que o tempo
Engrenagens trabalham, as almas sufocam
Alamedas de pedra se estendem por toda cidade
Um tic tac inconstante nos aproxima
O vazio dos olhos, A distância entre nós
O reflexo vai se multiplicar
Mesmo sem saber direito quem tú és
Cidade
Cansaço
Secura
Ocaso
Esquinas
Segredos
Esquadros
Espelhos
Concreto
Fumaça
A nuvem
Que passa
Ponteiros
A pressa
Catracas
Promessas
Felipe Rodrigues - 2011
Óxido
Rostros que gangrenan rieles
Estación gris de sonrisas amarillas
En el escaparate la faz pétrica de un sueño perdido
En las calles los maniquíes corren rápido
Indiferente
Más seco que el tiempo
Engranajes trabajan, las almas sofocan
Avenidas de piedra se extienden por toda la ciudad
Un tic tac inconstante nos acerca
El vacío de los ojos, la distancia entre nosotros
El reflejo se multiplicará
Aunque no sepamos bien quién eres
Ciudad
Cansancio
Sequedad
Ocaso
Esquinas
Secretos
Escuadras
Espejos
Concreto
Humo
La nube
Que pasa
Manecillas
La prisa
Torniquetes
Promesas
Felipe Rodrigues - 2011
Escrita por: Felipe de Jesus Rodrigues da Silva