Brilho
Acordei tão cansado que mal pude ver
Aqui do alto não dá pra perceber
Que já estamos no outono e as folhas caem junto ao entardecer
E tudo que você deixou não bastou para me convencer
Que agora já é tarde demais para eu inventar um novo alguém
Que perca as horas só tentando te fazer sorrir depois que a noite terminar
E só vai embora após você adormecer e despertar pra um novo amanhecer
Eu andei tão distraído a ponto de não enxergar
Que o seu brilho se esvaiu como uma estrela prestes a se apagar
E se consumiu de dentro pra fora
E tudo que restou foram as fotos pra lembrar
Que agora já é tarde demais pra eu reinventar um outro alguém
Que entenda teus detalhes e te faça bem
Depois que a beleza terminar
E não vá embora sem dizer ao menos uma vez, que não existe luz se não houver você
Que agora já é tarde demais pra eu reinventar um outro alguém
Que entenda teus detalhes e te faça bem
Depois que a beleza terminar
E não vá embora sem dizer ao menos uma vez, que não existe luz se não houver você
Brillo
Me desperté tan cansado que apenas pude ver
Desde aquí arriba no se puede notar
Que ya estamos en otoño y las hojas caen al atardecer
Y todo lo que dejaste no fue suficiente para convencerme
Que ahora ya es demasiado tarde para inventar a alguien nuevo
Que pierda las horas solo intentando hacerte sonreír después de que la noche termine
Y solo se irá después de que te duermas y despiertes a un nuevo amanecer
He estado tan distraído que no pude ver
Que tu brillo se desvaneció como una estrella a punto de apagarse
Y se consumió de adentro hacia afuera
Y todo lo que quedó fueron las fotos para recordar
Que ahora ya es demasiado tarde para reinventar a otro alguien
Que entienda tus detalles y te haga bien
Después de que la belleza termine
Y no se vaya sin decir al menos una vez, que no hay luz si no estás tú
Que ahora ya es demasiado tarde para reinventar a otro alguien
Que entienda tus detalles y te haga bien
Después de que la belleza termine
Y no se vaya sin decir al menos una vez, que no hay luz si no estás tú
Escrita por: Rafael Marques