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Extraño

Silveira e Silveirinha

Sinto Saudade

Sinto saudade
Da minha velha morada
Das noites em serenata
Das saudosas madrugadas

Quando eu cantava
Disfarçando o coração
No solo de um violão
Despertando a minha amada

Sinto saudade
Do meu sertão brasileiro
Dos fandangos no terreiro
E também dos companheiros

E quantas vezes
Eu estava escutando
De longe ia repicando
O berrante dos boiadeiros

Sinto saudade
Da minha velha morada
Das noites em serenata
E das saudosas madrugadas

E hoje em dia
Estou morando na cidade
Mas sinto grande saudade
Da minha terra adorada

Infelizmente
Meu destino foi traçado
Deixei meu ranchinho amado
Lá no sertão desprezado

Hoje distante
Eu vejo tudo mudado
Só sinto grande saudade
Do meu sertão adorado

Extraño

Extraño
Mi antigua morada
Las noches de serenata
Las nostálgicas madrugadas

Cuando cantaba
Disimulando el corazón
En las cuerdas de una guitarra
Despertando a mi amada

Extraño
Mi tierra brasileña
Los bailes en el patio
Y también a mis compañeros

Y cuántas veces
Escuchaba
A lo lejos el sonido
Del cuerno de los vaqueros

Extraño
Mi antigua morada
Las noches de serenata
Y las nostálgicas madrugadas

Y hoy en día
Vivo en la ciudad
Pero extraño mucho
A mi amada tierra

Desafortunadamente
Mi destino fue trazado
Dejé mi querido rancho
En el despreciado sertón

Hoy lejos
Veo todo cambiado
Solo extraño mucho
A mi amado sertón

Escrita por: Silveirinha