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De Regreso

Silvestre Kuhlmann

De Volta

Perdoa-me, ó Pai, molhei teus ombros
Pois meu pranto tem lágrimas de sal
Estive longe e me senti tão mal
Em noites de agonias e de assombros

Perdoa-me, ó Pai, só trago escombros
Só farrapos da veste original
Ousei lutar a luta desigual
Tomado de vaidade e desassombros

Voltei sozinho, sem nenhuma escolta
Sem saber que acharia, à minha volta
Teus braços estendidos para mim

Mas teu amor me acolhe e me reveste
Com raro anel e a mais bonita veste
Tu não te cansas de me amar assim

De Regreso

Perdóname, oh Padre, mojé tus hombros
Pues mi llanto tiene lágrimas de sal
Estuve lejos y me sentí tan mal
En noches de agonía y de sobresaltos

Perdóname, oh Padre, solo traigo escombros
Solo harapos de la vestimenta original
Osé luchar la lucha desigual
Tomado de vanidad y desafíos

Regresé solo, sin ninguna escolta
Sin saber qué encontraría, a mi alrededor
Tus brazos extendidos hacia mí

Pero tu amor me acoge y me reviste
Con un raro anillo y la más bonita vestimenta
Tú no te cansas de amarme así

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