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Ya Moriste y Te Olvidaste de Acostarte

Sylvinha Araujo

Você Já Morreu e Se Esqueceu de Deitar

Você já morreu meu amigo
Porém se esqueceu de deitar
Você está parado no tempo
E não viu o tempo passar

As coisas já mudaram bastante
Ninguém mais esconde a verdade
Não seja covarde e viva a vida
A vida com realidade

Tira o paletó de lamê
E a calça santropê
E afina na pista

Abandone a carruagem
Tira a maquiagem
Ponha o carro na pista

Não tente obedecer sua mente
Motor para ela é imprudente
O barato não é confirmar
Não seja tão convencional

Cuidar desse calor que me mata
Você ainda usa gravata
Você ainda usa galocha
E a sua tradição é de rocha

Tira o paletó de lamê
E a calça santropê
E afina na pista

Abandone a carruagem
Tira a maquiagem
Ponha o carro na pista

Ya Moriste y Te Olvidaste de Acostarte

Ya moriste, amigo mío
Pero te olvidaste de acostarte
Estás detenido en el tiempo
Y no viste el tiempo pasar

Las cosas han cambiado mucho
Nadie más esconde la verdad
No seas cobarde y vive la vida
La vida con realidad

Quítate el saco brillante
Y los pantalones anchos
Y ponte a bailar

Abandona la carroza
Quítate el maquillaje
Pon el auto en la pista

No intentes seguir a tu mente
Para ella, el motor es imprudente
Lo barato no es confirmar
No seas tan convencional

Cuida este calor que me mata
Todavía usas corbata
Todavía usas botas de lluvia
Y tu tradición es de roca

Quítate el saco brillante
Y los pantalones anchos
Y ponte a bailar

Abandona la carroza
Quítate el maquillaje
Pon el auto en la pista

Escrita por: Erasmo Carlos, Roberto Carlos