Amoroso
Mas, por que mulher, meu coração
Não tem sequer tua ingratidão
É por muito amar que ele se consome
Sempre a murmurar teu [?] nome
Mulher, por que tu me desprezas
Não vês o meu suplício, minha dor
Soluçando por ti, tu não tens piedade
Deste amor, todo em flor
Não julgues que o teu olvido
Me fará esquecer teu amor
Viverei suplicando
E a ti implorando com fervor
Mas, por que mulher, meu coração
Não tem sequer tua ingratidão
É por muito amar que ele se consome
Sempre a murmurar teu [?] nome
Mulher, por que tu me desprezas
Não vês o meu suplício, minha dor
Soluçando por ti, tu não tens piedade
Deste amor, todo em flor
Não julgues que o teu olvido
Me fará esquecer teu amor
Viverei suplicando
E a ti implorando com fervor
Amoroso
Pero, ¿por qué mujer, mi corazón
No tiene ni un poco de tu ingratitud?
Es por amarte tanto que se consume
Siempre murmurando tu nombre
Mujer, ¿por qué me desprecias?
¿No ves mi sufrimiento, mi dolor?
Sollozando por ti, no tienes piedad
De este amor, todo en flor
No creas que tu olvido
Me hará olvidar tu amor
Seguiré suplicando
Y a ti implorando con fervor
Pero, ¿por qué mujer, mi corazón
No tiene ni un poco de tu ingratitud?
Es por amarte tanto que se consume
Siempre murmurando tu nombre
Mujer, ¿por qué me desprecias?
¿No ves mi sufrimiento, mi dolor?
Sollozando por ti, no tienes piedad
De este amor, todo en flor
No creas que tu olvido
Me hará olvidar tu amor
Seguiré suplicando
Y a ti implorando con fervor
Escrita por: Alberto Ribeiro, Pixinguinha