Fado Das Mãos
Mãos criminosas, tristes mãos escorraçadas
Caprichosas, desoladas, mãos de fogo e de amargor
Mãos criminosas, tristes mãos escorraçadas
Caprichosas, desoladas, mãos de fogo e de amargor
Mãos de severa, que jamais um beijo doce vos buscou
Mãos a quem dou toda minha intensa dor
Mãos de severa, que jamais um beijo doce vos buscou
Mãos a quem dou toda minha intensa dor
Mãos friorentas, pobres mãos espavoridas
Agourentas, doloridas, já cansadas de sofrer
Mãos friorentas, pobres mãos espavoridas
Agourentas, doloridas, já cansadas de sofrer
Mãos de miséria que um fadinho
Na guitarra soluçais, mãos que gelais
E que a morte há de aquecer
Mãos de miséria que um fadinho
Na guitarra soluçais, mãos que gelais
E que a morte há de aquecer
Fado de las Manos
Manos criminales, tristes manos desgastadas
Caprichosas, desoladas, manos de fuego y de amargura
Manos criminales, tristes manos desgastadas
Caprichosas, desoladas, manos de fuego y de amargura
Manos severas, que jamás un beso dulce buscó
Manos a las que entrego todo mi intenso dolor
Manos severas, que jamás un beso dulce buscó
Manos a las que entrego todo mi intenso dolor
Manos frías, pobres manos aterrorizadas
Agoreras, doloridas, ya cansadas de sufrir
Manos frías, pobres manos aterrorizadas
Agoreras, doloridas, ya cansadas de sufrir
Manos de miseria que un fado
En la guitarra sollozan, manos que enfrían
Y que la muerte ha de calentar
Manos de miseria que un fado
En la guitarra sollozan, manos que enfrían
Y que la muerte ha de calentar
Escrita por: C. Barbosa, M. Figueiredo, A. Leite