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Nunca Supiste Amar

Silvio Caldas

Nunca Soubeste Amar

Não vejo a minha luz
O meu luar amigo de sempre
Não queria ter na vida
Um céu sem estrelas
Meu amor não me compreende
Porque as noites que se escoam
São longas, são noites de pranto

Ó, eu lamento tanto
A tristeza dos céus carregados
De nuvens que são um presságio
Perdidas na imensidão, sem destino

Mas ó, meu grande amor
Eu preciso, entretanto, dizer-te
Nunca soubeste amar
Num beijo iluminado
Que me mostrasse um céu aberto

Nunca soubeste amar
Sem nuvens, pelo azul
Fico a esperar a noite de luar

Nunca Supiste Amar

No veo mi luz
Mi luna amiga de siempre
No quería tener en la vida
Un cielo sin estrellas
Mi amor no me comprende
Porque las noches que se escapan
Son largas, son noches de llanto

Oh, lamento tanto
La tristeza de los cielos cargados
De nubes que son un presagio
Perdidas en la inmensidad, sin rumbo

Pero oh, mi gran amor
Necesito, sin embargo, decirte
Nunca supiste amar
Con un beso iluminado
Que me mostrara un cielo abierto

Nunca supiste amar
Sin nubes, por el azul
Sigo esperando la noche de luna llena

Escrita por: Joubert de Carvalho